A captação de jovens talentos para as categorias de base dos clubes compõe grande parte do capital de um time de futebol. Sendo assim, um dos grandes pilares que um clube deve possuir é um modelo de captação constantemente otimizado. O modelo amplamente adotado pelos clubes é o 1.0, onde se realizam peneiras e dispersam olheiros pelo país em busca de talentos. São procurados jovens que possam despontar e, através da sua venda, recuperar o investimento do clube com largo lucro. Todavia, este modelo é o mais custoso e arcaico. O modelo 2.0, mais avançado, tem sido adotado em pequena escala por alguns clubes. Em suma, ele funciona através do envio de vídeos de atletas aos clubes demonstrando seu futebol, via direta (envio de vídeo) ou indireta (postagem em sportstechs com esse objetivo). Acreditamos que sua baixa adotação ocorre devido ao serviço pouco satisfatório dos que a realizam ou pela falta de capilaridade de informações. O modelo 3.0, no qual somos os pioneiros, é a colocação dos clubes e atletas no meio, rodeados de diversas tecnologias que fazem com que conversem. Neste modelo, a sportstech realiza toda a avaliação técnica, tática, física e mental do atleta. Isso otimiza o processo, visto que reduz a atuação das partes em um único trabalho. Para os atletas, serão as atividades. Para os clubes, será apenas achar o perfil que procuram para estruturar a sua base, tendo os dados já na mesa prontos para serem analisados.

Estágio de desenvolvimento:

Validação (estou desenvolvendo o produto)

Mercados de atuação da startup:

Comunicação, Serviços Profissionais, Tecnologia da Informação

Tipos de negócio em que a startup se encaixa:

B2B2C (Business to Business to Consumer), B2E (Business to Employee)

Modelos de negócio da startup:

Assinatura, Marketplace, Mobile App, Serviços / Consultoria, Software